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Essa é uma viagem para curtir destinos com belezas inexplicáveis, o deserto do Atacama, Uyuni, Copacabana e os caminhos até Cuscu. É descobrir um novo mundo e voltar com a alma renovada! Além de praticar o minimalismo!

Nosso resumo de destinos foi:

  • Chile: Deserto do Atacama
  • Bolívia: Deserto de Uyuni, Copacabana, La Paz
  • Peru: Puno, Lago Titicaca, Cusco, Machu Picchu, Waya piccu, Vale Sagrado

Roteiro Detalhado dia-a-dia

1º destino – BH / Santiago / Calama / San Pedro de Atacama (3 dias)

    Após sair do Brasil, passamos por São Paulo com destino a Santiago que era nossa conexão mais barata para chegar ao destino que era Calama. Dormimos no aeroporto. e saímos no dia seguinte para Calama!

1º dia: Valle de La Luna / Valle de La Muerte (geralmente de 15h00 às 16h00 até 21h00 ou 22h00)

Pegamos um transfer para San Pedro de Atacama que fica a xx kilômetros. O passeio já começa bem legal aqui! As paisagens são lindas! Desérticas! Quem quiser, pode passar uns 3 dias em Santiago antes de ir a San Pedro de Atacama. Um ponto importante é que se você sabe que tem problema com altura (eu tenho, no caso não o medo mas passar mal) é importante tirar um dia ou dois para descansar e se necessário ir a uma farmácia e comprar “soroche pills” que é tipo uma neosaldina nossa, porém tem alguns compostos a mais para ajudar você a se adaptar. Eu passei bem com dor de cabeça mas passou com chá de coca e chá de munha. Porém eu devia ter comprado pois passei muito mal no deserto de Uyuni, vou detalhar isso mais pra frente. Não corra o risco de perder um dia de passeio ou não aproveitar 100%!
Hospedamos no hostel xxxxxxx mas fechamos 2 quartos, para meninos e para meninas! Ficou super barato. Vou deixar detalhado ao final o resumo de custos!
No próprio hostel você consegue fechar os passeios, que foi o que fizemos, mas você pode pegar os preços e ir na cidade e comparar. Fechamos um pacote completo de Atacama e também da travessia desde Atacama até Uyuni.
Se você estiver bem, no hostel tem bike e dá para ir até o Valle da Lua passear. Eu fiquei quietinho, lanchei e fiquei em um deck do hostel vendo aquele céu de arrepiar, quase que você pega nas estrelas, é um show a parte!

2º dia (05/10/2014):

    Passeio Pelos Geysers del Tatio, Vale da lua e Vale da morte, City tour para conhecer a cidade de San Pedro de Atacama.

Geysers del Tatio (geralmente sai às 04h30 e retorna 12h30)

Saímos de San Pedro que está a 2.400 metros acima do nível do mar e chegamos a 4.300, nusssaaaaaa, pensa numa pessoa cansada e com dor de cabeça nessa altitude. Era eu! Lembra do remedinho né? rs. Nem pense em correr, a esperiência não é legal! kkkk. Faz muito frio também, fomos em Outubro mas pegamos algo em torno de 6º. eu fui com a famosa 3 camadas que falarei em outro post. Faz muito frio, vá de toca, luva e as roupas adequadas. Vale a pena pois é lindo para C………..!!!!!

Após o almoço e retorno ao hostel fizemos o passeio ao Valle de La Luna e Valle de La Muerte e pedra do Coyote. Pensa numa pessoa deslumbrada! Deus pinta o por do sol de formas distintas! É muito lindo!

O Valle de la Luna fica na Cordilheira de Sal, o seu nome se deve pela sua superfície lembrar a superfície da Lua: acidentado e é coberto por uma camada de sal, deixando sua superfície branca. Hoje é um lugar apenas turístico mas já foi muito explorado. Você verá vários maquinários abandonados na região.
Curiosidade: a NASA fez testes na região com a veículo Mars Rover antes de ser enviado para Marte. e ainda há estações de teste e monitoramento que o guia provavelmente mostrará.

Durante o passeio você passará pelas Três Marias, Anfiteatro e a Grande Duna. até hoje me encanto pelo Anfiteatro, gastei uns 5 a 10 minutos admirando e fotografando ali!

Paramos primeiramente nas Três Marias, onde você verá 3 figuras com silueta e deram o nome de Três Marias. Após passar pelas Três Marias paramos no Anfiteatro que possui formações rochosas que é uma arte de Deus!.

Tem também a Grande Duna logo após e ao lado onde temos um lindo mirante e tive a oportunidade de ver ali a lua nascendo e deu uma bela foto (obrigado Deus pela oportunidade!). Não deixe de subir pois é a vista mais bonita do Valle de la luna. Finalizamos, com o guia correndo muito, com muita emoção pelo vale da Muerte (vi por pouco a morte, rs) e vimos o belo por-do-sol na pedra do Coyote. Neste local pergunte ao guia sobre o vulcão Licancabur, é provável que a Lua esteja do lado dele!

você terá a oportunidade de ver o pôr-do-sol de um mirante que é atração nesta região desértica. Se for noite de lua cheia, quando o sol começar a se pôr será possível avistar a lua perto do vulcão Licancabur.

Há duas lendas sobre vale da morte:

  • Espanhóis, dominando a região e matavam pessoas neste local
  • Estrangeiros que acharam a paisagem muito parecida com marte e palavra ficou muerte.

Tour por San Pedro de Atacama:

Infelizmente quando fui o Museu La Paige estava fechado e a Igreja em reforma, mas vale a pena ir:

  • Museu La Paige, um dos principais museus da região que possui mais de 300.000 peças, material arqueológico da cultura atacamenha.
  • Igreja de San Pedro, fundada há 400 anos, típica arquitetura de deserto

Vale a pena passar na feira de Artesanato, com pequenas lojas em que os nativos vendem de tudo, roupa, luvas, tocas, chás e você pode comprar presentinhos para aguçar os amigos. hehe!

3° dia: Laguna Altiplànica e Piedras Rojas (geralmente sai as 07h00 e volta às 15h00)

Fizemos o passeio paras as lagunas altiplanicas e Piedras Rojas e após retorno, passeios livres, dormir cedo, pois partiremos no dia seguinte cedo para o deserto da Bolivia. Separar toda a documentação para passar a fronteira: passaporte, CIV, passagens, dentre outros.

Com esta visita, há a oportunidade de subir para o planalto, encontrar um grupo de lagos situados em cores deslumbrantes a 4.220m de altitude, esta área faz parte da Reserva Nacional de Flamingos e é gerido pela comunidade indígena Socaire. Socaire, cidade pré-hispânica. As lagunas Miñiques e Miscanti possuem cores azul royal e brancas, onde há muitas aves. A área de Piedras Rojas possui impressionantes formações, em um ambiente que parece de outro mundo.

2º destino – Salar de Uyuni (3 dias)

    Saída pela manhã para o deserto da Bolivia, serão 3 dias até chegar em Uyuni. Locar saco de dormir, se necessário.

Salar de Uyuni ou Deserto de Sal, é a maior planície de sal do mundo e está localizado no sudoeste da Bolívia, no altiplano andino, a aproximadamente 3.650 m de altitude. Há milhões de anos a área era um mar e assim deu origem a área de12 mil km² coberta de sal puro que além da extração de sal,  também é um importante destino turístico. As logoas coloridas, os vulcões e as paisagens são incríveis. Parece até que você está em outro planeta!

Visitar Cemitério de Trens, Fábrica de Sal e Museu de Sal em Colchani e o Salar de Uyuni, onde dá pra fazer umas fotos super legais. Visitar a Ilha do Pescado, uma das principais atrações do passeios com suas formações de recife e cactos gigantes de até 10 metros de altura.

Visitar as Lagoas Altiplanas, o Deserto de Dali, a Árvore de Pedra e a Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa, onde tem uma lagoa vermelha lotada de flamingos e com um vulcão no horizonte! A paisagem é incrível!

Visitar os Geisers, ás Águas Termales e a Lagoa Verde, que fica próximo a fronteira do Chile.

4º dia (07/10/2014):Laguna Blanca, Laguna Verde, Desierto de Salvador de Dali, Termas de Polques, Geiser Sol de mañana, Laguna Colorada. (saida pela manhã de San Pedro)

A Laguna Verde é uma lagoa de água salgada Alto andina localizada na Reserva Nacional Eduardo Abaroa, no altiplano de San Luis, na fronteira da Bolívia com o Chile.Se encontra em um lugar deserto, onde chove raramente a 4300 metros de altitude. Um pequeno corredor a separa da Laguna Blanca. Sua cor verde esmeralda, de deve ao elevado conteúdo mineral de magnésio na água, o que atrai grandes colônias de flamingos. Faz parte do deserto do Atacama e fica aos pés do Vulcão Licancabur.

A região do Desierto de Salvador de Dali é feita de branco, mas também de um colorido que, segundo a “lenda”, chamou atenção até de Salvador Dalí. Diz-se que o pintor surrealista esteve visitando o deserto que circunda o Salar, por isso hoje ele é conhecido como Deserto de Dalí. Nele encontram-se paisagens de cores entre o amarelo, o vermelho e o rosa.

O Geiser Sol de mañana possui intensa atividade vulcânica, e é onde eles nos levam pra observar de perto os geiseres. Temperatura perto dos 5ºC e o ar bastante rarefeito: quase 5.000m de altitude. Muito incrível ver de perto aqueles grandes jatos de vapor quente que vem lá das profundezas da Terra, que só vemos nas sextas tediosas de Globo Repórter.

A Laguna Colorada é um lago salgado, localizado no sudoeste do altiplano da Bolívia , dentro da Reserva nacional de fauna andina Eduardo Avaroa e perto da fronteira com o Chile.

O lago contém ilhas de sal bórax, cuja cor branca contrasta com a cor avermelhada de suas águas, que é originada por sedimentos vermelhos e pigmentação de algas. Laguna Colorada é uma das Zonas Úmidas de Importância Internacional da Convenção de Ramsar. Flamingos de James abundam na área. Também é possível encontrar flamingos andinos e flamingos chilenos.

5º dia (08/10/2014): Desierto de Siloli, Arbol de Piedra, Lagunas Altiplánicas (Cañapa, Charkota, Onda, Hedionda), Mirador volcán de Ollagüe, Pueblos Altiplánicos.

O deserto Siloli é caracterizado pelas suas formações rochosas, resultantes dos fortes ventos que a região tem. É considerado como um dos mais áridos do mundo, é a porta de entrada para a Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa e nas suas proximidades ficam as famosas Lagoas Coloridas e o Salar de Uyuni.

Árbol de Piedra (em português:Árvore de Pedra) é um monólito natural de formação geomorfológica por erosão causada pelo vento muito forte da região.

6º dia (09/10/2014): Cemitério de trens/Colchani/Museu de Sal/Isla del Pescado/Uyuni

Último dia no deserto , finalizando em Uyuni, pegar o ônibus para La Paz (Todoturismo), geralmente às 20h00. Serão 12 horas de viagem (não é confortável, pois é estrada de terra)

Colchani é um pequeno vilarejo, localizado na borda do Salar de Uyuni. A população de poucas centenas de índios é pobre e completamente dedicada a extração de sal do Salar, de maneira ultrapassada, com pás e trabalho manual. É a única atividade do lugar. Longe das civilizações, as pessoas de Colchani não gostam de invasores ou de serem fotografadas. Praticamente, vivem fora do tempo. O lugar tem uma estação de trem, não mais usada, que o atravessa ao meio. Há muitas casas abandonadas e ruínas recentes, provavelmente do período em que os trens passavam por lá.

Colchani não é um destino turístico, porém, conforme o Salar de Uyuni fica mais e mais conhecido como uma das maravilhas naturais da Terra, os índios estão se acostumando com este fato e com as caminhonetes que cruzam o lugar cheio de turistas mundiais. A entrada do Salar de Uyuni é em Colchani.1 km do centro do vilarejo. Um lugar completamente branco, misterioso, quieto, singular e com belas paisagens.

3º destino – La Paz (2 dias)

Chegada em La Paz pela manhã, pegar um transfer para o hotel, descansar ou sair para o city tour em La Paz.

7º dia (10/10/2014): Valle de Luna/Mirador killi killi/Plaza Murillo

Valle de Luna

Lugar incrível, com formações rochosas que lembram a superfície da lua. O próprio Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua, é que deu o nome ao lugar devido à sua semelhança com a mesma. O local fica a cerca de 10 km ao sul do centro de La Paz e a entrada custa 15 bolivianos (± 5 reais). É possível também fazer uma trilha, bem marcada e sinalizada, que percorre grande parte do Valle.

Mirador Killi Killi

Mirante de onde se por avistar, quase inteiramente, a cidade de La Paz, que está localizada no meio de um vale e cercada por várias montanhas que fazem parte da Cordilheira dos Andes. A impressão é que estamos no meio de um grande buraco, buraco esse totalmente ocupado! Afinal de contas, são 2 milhões de habitantes se amontoando num espaço pequeno pra tanta gente. Do alto do mirante, é possível perceber, bem claramente, o grande contraste social do local. Na parte baixa da cidade estão situadas os bairros de classe média e alta com seus casarões, condomínios e prédios modernos. Os bolivianos não terminam suas casas e as deixam assim, sem acabamento, sem pintura, para pagar menos impostos. O resultado disso é que, principalmente olhando do alto, La Paz parece uma grande favela!

Plaza Murillo

É a principal praça de La Paz e marco zero da cidade. Cercada por prédios históricos, entre eles o Palácio Presidencial, também conhecido como Palacio Quemado; o Palácio Legislativo, sede do parlamento boliviano e a Catedral, a praça é visita quase que (± R$ 3,50) obrigatória! Lá é um local frequentado tanto por turistas quanto por nativos que dividem espaço com os pombos, centenas deles!

8º dia (11/10/2014): Calle Jaén/A Iglesia de San Francisco/Museo da Coca

Calle Jaén

É um quarteirão fechado cheio de construções antigas e coloridas. Entre elas, existem vários museus. Pagando uma entrada única de 10 bolivianos, é possível visitar 4 deles: o Museo Costumbrista Juan de Vargas, o Museo de los Metales Preciosos, o Museo del Litoral Boliviano e o Museo Casa de Don Pedro Domingo Murillo. Os museus estão abertos de terça a sexta de 9hs às 12:30 e de 14:30 às 19hs, aos sábados e domingos somente de 9hs às 13hs. Nós visitamos o local no sábado à tarde e não pegamos nenhum museu aberto. Mas ainda assim vale a pena passear pela Calle Jaen que é super bonitinha. Vale a pena também visitar a Galeria de arte e atelier do artista boliviano Mamani Mamani que tem quadros lindíssimos.

Mercado de las Brujas

O Mercado das bruxas, na verdade, é apenas um aglomerado de barraquinhas situadas na esquina das Calles Santa Cruz e Linares. Lá é possível encontrar, além dos tradicionais artesanatos e roupas bolivianas, artigos para rituais de todos os tipos e oferendas diversas, mas as que mais chamam a atenção são, com certeza, os fetos de lhamas secos. Sinistro!

Outro lugar interessante é uma feira que acontece na Av. Illampu, não sei se todos os dias ou apenas aos finais de semana. A feira é um local frequentado por alguns turistas, claro, mas basicamente pelos locais. Lá você pode encontrar praticamente tudo o que você procura, de flores e frutas a frangos crus (e não congelados), especiarias diversas, roupas, brinquedos, produtos de limpeza e higiene, eletrônicos e quinquilharias mil. Lugar interessante pra conhecer um pouco mais da cultura local.

A Iglesia de San Francisco

Fica ali próxima também, na praça de mesmo nome, entre as Calles Sagárnaga, Murillo e Santa Cruz. A igreja é enorme e bem bonita, tanto externa quanto internamente. Fomos num domingo pela manhã, quando estava acontecendo a missa, inclusive. O lugar estava bem cheio e, do lado de fora, acontecia uma feirinha com barraquinhas de comidas e artesanatos e várias apresentações locais.


SugestõesTiwanaku Municipality – De carro cerca de 50 min de La Paz
Tour fotográfico – Temple of Kalasasaya

Museo da Coca

(Calle Linares, 906. Aberto de terça a domingo de 10 às 19hs. www.cocamuseum.com). O museu é pequeno e fica dentro de uma galeria de artesanatos, lojas e restaurantes. A entrada custa 12 bolivianos (± 4 reais) e existem guias explicativos em vários idiomas, inclusive português. O museu é bem interessante e super explicativo, alguns acham que é até meio cansativo devido à quantidade de informações, portanto vá disposto a ler muito! É possível encontrar toda a história da coca, sua extração, seus efeitos, seus produtos, seus usos, etc. Eu achei bem bacana! Vale a pena! Ah.. e não é permitido tirar fotografias lá.

4º destino – Copacabana / Ilha do Sol / Puno / Lago Titicaca / (2 dias)

9º dia (12/10/2014): Partida pela manhã para copacabana e Puno

Sairemos de La Paz para Copacabana (ainda na Bolivia) para conhecer a Ilha do Sol, logo após iremos partir para Puno..

Copacabana é a principal cidade do entorno do Lago Titicaca na Bolívia, de onde saem os barcos que fazem a visita à Ilha do Sol, uma ilha sagrada dos Incas.

Isla del Sol é uma ilha no lago Titicaca, pertencente à Bolívia. O acesso é feito pela cidade de Copacabana (Bolívia).

É uma ilha sagrada onde se encontravam os santuários das “vírgenes del sol”, dedicado ao Deus Sol. A ilha atualmente é povoada por indígenas de origem quechua e aymara, dedicados ao artesanato e ao pastoreio, principalmente de gado ovino.

Existem muitos sítios arqueológicos em volta da ilha. Estudos indicam que a civilização Inca teve origem na ilha, com o surgimento de Manco Capac.

10º dia (13/10/2014): Lago Titicaca

O  Titicaca é o maior lago navegável comercialmente do  planeta e de maior altitude 3.800 m.a.n.m. consta com 8.300 km2.

Quarenta e uma ilhas, povoadas, fazem parte desse gigantesco e mitológico lago andino, que provêm das aguas do degelo das montanhas ao seu redor, uma profundidade de  280 metros a máxima e a mínima de 140 metros, temperatura varia entre 7º a 11ºC.

O Lago Titicaca foi de grande importância para os Incas. Diz a lenda que foi das aguas do Lago Titicaca que emergiu o pimeiro Inca,  por ordem do Deus Sol, para começar o Império

Toda possibilidade de vida neste lugar inóspito depende dos recursos naturais e  nutricionais do Lago Titicaca, são mais de 2.000 espécies de peixes, o refugio para as aves e habitantes das ilhas que vivem exclusivamente deste grandioso habitat natural.

Do lado peruano existem varias ilhas naturais como a Amantani, Taquile, Soto e Anapia, cada  uma com sua peculiaridade, sendo a Taquile de maior importância pela sua arte têxtil praticada a milhares de anos por seus habitantes,  é um povo organizado, de costumes e cultura tradicionais trazidas dos ancestrais, vivem de pesca e da agricultura em terraças, formadas nas encostas da montanha, e com graciosidade recebem os visitantes vestidos  com roupas e danças típicas, envoltas por muitas histórias religiosas e rituais familiares com muita simpatia.

5º destino – Cuzco

11º dia (14/10/2014): Partida pela manhã para Cuzco em bus turístico

Em Pukara, conheceremos a igreja e o museu local. Ali é a cidade na qual são feitos os touros de barro que se colocam em cima das casas de muitos peruanos. A tradição é ter dois pequenos touros no telhado para proteção e sorte.

A viagem continua em La Raya, ponto mais alto da viagem – 4.335 metros acima do nível do mar. A temperatura é baixa

O próximo povoado a conhecer é Raqchi, famoso por ser o local do templo a Uiricochan Pachayachachi ou, simplesmente, Wiraqocha. De acordo com a cultura Inca, ele seria o deus maior, deus de todas as coisas: do sol, da lua, das nuvens, da chuva, dos homens, etc.

A última visita da viagem é em Andahuaylillas, na igreja principal, mais uma herança da colonização espanhola. Há uma grande quantidade de espelhos, a intenção era mostrar ao povo inca, que ali estavam suas almas e se eles quisessem se salvar, deveriam se converter ao catolicismo. Como eles não conheciam os espelhos, acreditavam. Na igreja também há uma imagem de Cristo com traços andinos, provavelmente para atrair a população, aproximá-la da religião que estava sendo inserida ali.

12º dia (15/10/2014): Vale Sagrado

Vale Sagrado

O passeio para o Vale Sagrado dos Incas é uma das principais atrações do Peru. Não tenho números oficiais, mas tirando Machu Picchu e a cidade de Cusco propriamente dita, deve ser o terceiro passeio mais feito por turistas no país.

O Vale Sagrado como um todo abrange várias cidades e sítios arqueológicos às margens do Rio Urubamba (ou Rio Vilcanota, que é a mesma coisa). E apesar das estradas serem ótimas, elas sobem e descem montanhas, o que torna a viagem mais demorada do que parece, se você olhar apenas as quilometragens.

Pisaq, famosa por seus mercados de artesanato. Como há diversas agências diferentes oferecendo o tour do Vale Sagrado dos Incas, o itinerário pode sofrer pequenas modificações, mas os destinos básicos são os mesmos.

as ruínas incas da cidade. Grandiosas, no alto de uma linda montanha, as ruínas de Pisaq contemplam o vale a centenas de metros de altura. Só a visão lá do alto já compensa o passeio. Como a altitude é elevada, considere levar um casaco.

Uma coisa curiosa por lá é que dá para ver bem os túmulos descobertos no topo da montanha que está em frente. Uma verdadeira cidade dos mortos, com centenas de “favos” de cerâmica, cada um contendo um esqueletinho. A gente só vê de longe, mas a infinidade de “buraquinhos” dá a dimensão do tamanho do antigo “cemitério” nas alturas.

Ollantaytambo

O passeio em Ollantaytambo é o ponto alto do passeio pelo Vale Sagrado dos Incas, no Peru. A excursão chega ali pelas 15h, e muita gente aproveita para abandonar o grupo por ali, para pegar o trem até Machu Picchu na estação que há na cidade.

Dependendo do horário do seu trem pode dar tempo de fazer toda a visita das ruínas antes de seguir viagem (ou não). Converse sempre com o seu guia.

A beleza de Ollanta é que a montanhas que ficam no entorno são muito bonitas. Tem uma bem arredondada que chega até a parecer com o Pão de Açúcar. Em todas elas, rastros incas estão marcados na rocha, prova de que eles conheciam uma tecnologia bem avançada para o seu tempo.

Ollantaytambo era uma cidade muito ativa em constante construção e reconstrução quando os espanhóis chegaram quebrando tudo. Mesmo assim, rochas imensas esculpidas por eles (megalitos) ainda estão até hoje de pé, demarcando os altares dos seus templos.

Ali, os arqueólogos fizeram muitas descobertas sobre a forma que os Incas construíam as suas cidades. A pedreira de onde extraíam a rocha ficava no alto da montanha, assim como em Machu Picchu. Assim, eles podiam rolá-las morro abaixo, facilitando a tarefa. Outra coisa é que dá para ver direitinho a forma como eles encaixavam as pedras umas nas outras para não precisarem de cimento.

E para erguê-las até a sua posição, dá para ver que eles usavam uns apoios de pedra que depois eram polidos e retirados para que a parede ficasse lisinha… Muito legal.

Depois, ainda deu tempo de vermos os aquedutos incas, ainda em funcionamento até hoje.

Mas se preparem. As ruínas de Ollantaytambo são muito altas e você tem que subir uma baita escadaria até chegar lá em cima.

A vista lá de cima é de tirar o fôlego (tanto no sentido literal quanto no sentido figurado). Por isso recomendo que só faça o tour do Vale Sagrado dos Incas depois de estar bem aclimatado com a altitude.

Chinchero: igrejas barrocas e a tecelagem peruana

Antes de chegar nas ruínas de Chinchero, última parada no Vale Sagrado, visitamos um lugar onde são produzidas as lãs peruanas típicas. Geralmente confeccionadas em lã de ovelha ou de alpaca.

Ir até a igreja de Chinchero. Não sem antes subir mais umas escadarias, lógico… Os incas não construíam suas cidade na parte baixa, por causa das frequentes enchentes do rio. E tinham um preparo físico, definitivamente, muito melhor que o nosso.

No Caminho aprecie os casebres típicos, com os seus boizinhos no telhado (para dar boa sorte) e, de quebra, ainda pegamos um lindo por do Sol.

Não era permitido fotografar o interior da igreja barroca da cidade, mas garanto que é um espetáculo de luxo e de rusticidade ao mesmo tempo. As obras de arte sacra da escola Cusqueña, mesclando o sagrado cristão a símbolos tipicamente incas é sempre divertido de se ver.

Ainda levaríamos mais uma hora de estrada até chegar no hotel, mas definitivamente, saímos de lá muito satisfeito com o banho de cultura e história que tivemos.

13º dia (16/10/2014): Machu Picchu e Huayna Picchu

– Hospedagem

Observações:

– Os pacotes geralmente incluem Machu Picchu com Vale Sagrado e Ollantaytambo, incluindo todos os transportes (verificar)

O Parque Arqueológico de Machu Picchu guarda templos, muros, casas e várias outras ruínas utilizadas pelas famílias que lá viveram. É recomendável ir bem cedo, pois o sol é menos forte e a cidade está mais vazia. Aconselhamos também fazer seu passeio junto a um guia – do contrário, você não saberá todas as curiosidades e detalhes das construções e não conhecerá a fundo todo o potencial que esse povo guardava.

Um passeio de quatro horas é suficiente para conhecer bem o sítio, tirar muitas fotos, relaxar depois do cansaço que algumas subidas provocam, entre outras coisas.

Antes de subir, pegue um mapa na recepção do parque, pois nele há várias informações que ajudam você a se localizar. Na volta do passeio, antes de deixar o parque, vá até a recepção novamente para receber no passaporte um carimbo de Machu Picchu.

Não se esqueça de levar água e um lanche, se for ficar muito tempo por lá. O restaurante e a lanchonete próximos do parque custam caro.

Não deixe de observar a vista panorâmica mais conhecida da cidade, na zona agrícola, logo no início do passeio. Em seguida, passando pela porta principal e chegando à zona urbana, perceba o encaixe das pedras, além da acústica perfeita dos nichos nas paredes.  Siga fazendo uma parada na Praça dos Templos e, posteriormente, no Templo Principal, formado por pedras grandiosas. Esse último templo sofreu com abalos sísmicos, mas é um dos pontos mais importantes de Machu Picchu. Prosseguindo no passeio, passe pelo Templo do Sol e pelo setor da Rocha Sagrada, que presenta o horizonte das montanhas.

Após passar pela Rocha Sagrada, lembre-se da imagem panorâmica que se tem na entrada no sítio. Nas fotos mais famosas de Machu Picchu é possível perceber uma montanha íngreme ao fundo. Ela se chama Huayna Picchu e está 2720 metros acima no nível do mar. Aos visitantes também é permitida a subida até o alto dessa montanha, mas as entradas são limitadas em dois grupos diários de 200 pessoas, que sobem sempre pela manhã. Entre subida e descida são gastas aproximadamente três horas. A visão que se tem de lá é ainda mais incrível, e quem vai fica admirado. Mesmo que seja cansativo, o consenso geral é de que o esforço vale a pena, porque você pode ver a Cidade Perdida de um ângulo que poucas pessoas conhecem.

O Wayna Picchu, ou montanha jovem em quechua, destaca-se na paisagem de Machu Picchu. É o monte que você vê nas fotos mais tradicionais da cidade inca.

14º dia (17/10/2014): Lugares para conhecer:

Plaza de Armas

Plaza de Armas é a principal praça da cidade, onde estão localizadas a Catedral de Cusco, a Igreja da Companhia de Jesus, além de inúmeras lojas e restaurantes.

Passar pela Plaza de Armas é inevitável, e sua caminhada pelos principais pontos da cidade certamente cruzará a Plaza inúmeras vezes. Muita gente passa por lá, visita as igrejas, lojas, restaurantes, tira fotos, tenha cuidado, pois o risco de assalto é muito grande.

Região de San Blás

San Blás é um pitoresco bairro de Cusco, que tem nas suas ruas estreitas e na arquitetura as suas principais atrações. Inicie sua caminhada pela Plaza de Armas, caminhando pelas ruas cheias de lojas de artesanatos e chegando ao final à praça onde está localizada a igreja mais antiga de Cusco, construída em 1563. Vá entrando nas ruas e ladeiras que chamarem a sua atenção.De San Blás certamente sairão umas das fotos mais bonitas de sua viagem.

Qorikancha

Esse templo foi o mais importante do império Inca. Dedicado ao Deus Sol, tem-se que o templo tinha paredes e muros cobertos de ouro.

Assim como fizeram na maioria dos templos Incas de Cusco, os espanhóis construiram uma igreja sobre o templo de Qorikancha. A sobreposição da arquitetura Inca e colonial é evidente e talvez esse seja o lugar que melhor ilustra esse contraste.

Hoje em dia, além de possuir algumas ruinas da época Inca, funcionam no complexo a Igreja e o Convento de Santo Domingo.

Museo Inka

Localizado bem próximo à Plaza de Armas, o museu reúne uma enorme coleção de artefatos do período Inca, incluindo tecidos, múmias, peças em ouro, armas, cerâmicas, ferramentas e etc. É um lugar bom para se entender a história do império como um todo, sua abrangência geográfica, dentre outros aspectos.

Mercado Central de San Pedro

Tradicional mercado de Cusco, é uma boa possibilidade de testemunhar o dia a dia dos Cusquenhos. O mercado de San Pedro é essencialmente um lugar dos locais, com muitas iguarias, comidas, bebidas e etc direcionados ao povo da cidade. É um lugar cheio de cores, excelente para fotos e o turista aqui é a minoria.

Arco de Santa Ana a noite

O Arco fico quase em frente ao hostel Loki, na rua Cuesta Santa Ana. É um lugar pequeno, que não está entre as principais atrações turísticas da cidade, apesar de sua importância histórica.

Acontece que de lá você tem uma vista muito bonita da Plaza de Armas e do centro de Cusco. É uma vista realmente muito legal durante o dia, mas ainda mais incrível à noite. De lá você irá tirar lindas fotos noturnas da cidade.

15º dia (18/10/2014): dia de voltar…   🙁

Observações gerais:

1. Tomar vacina de Febre Amarela e tirar o cartão internacional de vacinação. O cartão nacional não vale! (exigência para a Bolívia e alguns lugares no Peru)

2. O que não esquecer:

ÁguaÓculos de SolJaquetas(Temp de 0 a -15ºc a noite)
Traje de banhoToalhaChinelo
Saco de dormir (pode alugar)Protetor solarRepelente
Adaptador de tomadaSeguro viagemRemédios em geral
PassagensLuvas/Gorros/Cachecóis/meiasCapa de Chuva
Protetor labial/manteiga cacauReservas de hotel e passeiosMapas
Bombinha (para tem falta de ar)Hidratantespapel higiênico
LanternaColirio/rinosoroCasaco para Neve
Pastilha purificação

3. o que comer/onde/preço

San Pedro de Atacama:

GRADO 6

5.000 pesos (2012) que incluía entrada, prato principal, bebida (suco natural, refrigerante ou vinho) e sobremesa. O preço é o mesmo no almoço e no jantar. A comida é a famosa simples e honesta. Fica na Gustavo Le Paige com Tocopilla.

COYOTE BIKE

O preço do prato principal mais bebida variava entre 3.200 e 4.200 pesos (2012). A comida é simples, mas feita com cuidado. Fica na Tocopilla 418-A.

Café Esquina ou Las Delicias de Carmen (lanche)

As típicas e baratas empanadas chilenas ao contrário das empanadas que vemos em outros países da América do Sul, as do Atacama costumam ser enormes e quase valem por uma refeição.  No restaurante Las Delicias de Carmen (Gustavo le Paige com Calama) e no Café Esquina (Caracoles, 160). Ambas deliciosas, mas o atendimento na Carmen melhor. As empanadas custam em média 2.000 pesos. (2012)

La Paz

Pollos Copacabana

Hambúrgueres, batatas fritas e muito frango

Olivers Travels:

C. Tarija, 211 esquina com C. Murillo

Bom lugar para comer e beber. Muito frequentado por estrangeiros.

Sol & Luna Café Bar Restaurant:

C. Murillo, 999 esquina com Cochabamba

Bom lugar para tomar cerveja e comer. Os clientes são na maioria estrangeiros e muitos garçons também.

Cusco

Antojitos

Qori Sara – Cusco

San Pedro de AtacamaFilé a lo PobreEmpanadassorvete de chañar/sorvete de pepinoPollo a lo PobrePastel de chocloMote com Huesillos
La PazHambúrgueres, batatas fritas e muito frangoMate de coca
Punosobremesa, o quesillo ou pequeño queijo- com mel Espaguete
Cuscocebiche Pisco sour peruano Inka Cola frango com arroz e batata frita arroz chaufa com supremo de frango empanado



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